O presente trabalho objetiva propor o conceito de legitimidade interna da pesquisa conscienciológica. A metodologia consistiu na leitura de publicações focadas em metodologia de pesquisa conscienciológica e conceitos de legitimidade, bem como na observação das práticas nas referidas pesquisas e as reflexões geradas de tal processo. Ao longo do desenvolvimento propõe-se um teste de legitimidade interna da pesquisa conscienciológica. Por fim, entende-se que a legitimidade interna da pesquisa conscienciológica consiste na coerência do pesquisador com o paradigma consciencial, compreendendo a importância da Autopesquisa e autoexperimentação para sua própria evolução, considerando todos os espaços e dimensões para coleta de dados utilizando
um parapsiquismo laico, fundamentado essencialmente pelo princípio da descrença.
Este artigo tem como objetivo central mostrar a limitação do direito positivo face aos desafios da contemporaneidade e demonstrar que a tenta tiva dos autores de integrar o jusnaturalismo com o direito positivo para res ponder aos desafios do presente são insignificantes perante a proposta do paradigma consciencial, especificamente, da Paradireitologia. O texto visa, por tanto, analisar alguns aspectos do Direito Natural considerados relevantes 1 para a contraposição ao conceito de Paradireito . Procura-se levantar aspectos gerais do jusnaturalismo objetivando demonstrar que são opostos à definição, ca raterização e aplicação do Paradireito, neoverpon da Conscienciologia e embasado no paradigma consciencial. Não se pretende neste texto, aprofundar na análise dos vários filósofos que compõem a escola do Direito Natural, mas sim, a partir de pontos relevantes desta linha de pensamento da ciência jurídica, mostrar que o Paradireito não é a retomada do conceito de Direito Natural. Deseja-se mostrar que o Paradireito é disciplina da Conscienciologia que propõe mudança radical de paradigma com a consequente transformação da compreensão teórica e prática do Direito vigente. Objetiva-se demonstrar que o princípio da descrença - um dos pilares do paradigma consciencial e da própria aplicação do Paradireito - e o uso lúcido do parapsiquismo fazem a di ferenciação entre ambas as noções.
Interparadigmas Adriana de Lacerda Rocha Ano 2 - N. 2: Parapercepciologia (2014)
O presente artigo tem como referência a experiência de divulgação no Centro Educacional de Autopesquisa em São Paulo e discute as estratégias de divulgação e de venda sob a abordagem do paradigma consciencial, enfocando princípios práticos para a atuação do divulgador conscienciólogo. Também são apresentados benefícios da atuação lúcida assistencial nesse contexto, favorecendo a auto-evolução e o epicentrismo consciencial através da tarefa do esclarecimento.
Conscientia Giuliano Ginani Vol. 10 - N. 1 - Jan. / Mar. 2006 (2006-01)